Renato Marques
Vinte anos em sistemas de missão crítica. Conduz o desenho de plataformas e as decisões de migração de bases legadas.
A Visão Estrutural nasceu de uma inquietação simples: bons sistemas raramente falham por falta de tecnologia nova. Falham por falta de decisão estrutural bem tomada no começo.
O primeiro contrato foi um pedido incômodo: uma operação de logística com um sistema que travava toda segunda-feira de manhã, e uma equipe que já tinha desistido de entender o porquê. Não reescrevemos tudo. Mapeamos, isolamos o ponto de falha e devolvemos previsibilidade em seis semanas.
Aquilo virou método. Hoje somos dezoito pessoas entre engenharia de software, dados e infraestrutura, atendendo empresas dos setores financeiro, varejo e saúde a partir da Avenida Paulista, em São Paulo.
Preferimos recusar um projeto a entregar uma arquitetura que sabemos que vai cobrar caro do cliente daqui a dois anos.
— Postura editorial da casaTecnologia nova é meio, não fim. A pergunta que fazemos antes de qualquer escolha é se ela vai facilitar a vida de quem opera o sistema no ano seguinte.
Nenhuma recomendação sai sem entender a operação, o time e as restrições reais do cliente. Resposta pronta é sinal de que não ouvimos o suficiente.
A arquitetura mais simples que resolve o problema quase sempre vence. Complexidade só entra quando conseguimos justificar por escrito.
Trabalhamos para deixar de ser necessários no dia a dia. Quando o time interno assume o que construímos, consideramos a entrega completa.
Um sistema que roda estável há três anos vale mais que um refeito a cada ciclo de moda técnica. Manutenção é parte do projeto, não um apêndice.
Um grupo pequeno e sênior. Cada frente é liderada por quem já operou o tipo de sistema que projeta.
Vinte anos em sistemas de missão crítica. Conduz o desenho de plataformas e as decisões de migração de bases legadas.
Especialista em modelagem e governança. Lidera os projetos de pipeline e as camadas de consumo analítico.
Responsável pela plataforma e pela confiabilidade. Cuida da automação de entrega e do monitoramento dos serviços que operamos.
Faz a ponte entre a engenharia e o negócio do cliente. Cuida de escopo, prazos e da clareza em cada etapa.
Conte o que está tirando o sono da sua operação técnica. A primeira leitura é nossa.